msdm a nomadic house-studio-gallery for photographic art and curatorial research, an expanded practice of the artist's book, photobook publishing and peer-to-peer collaboration created by contemporary artist paula roush

Video arte e filme de arte & ensaio em portugal


Diniz  Guarda  reflects on paula roush  video practice in the text 'Video art and the moving image worldwide and in Portugal.'
The full essay is here

Videoarte e filme de arte & ensaio em Portugal = Video art and art & essay in Portugal.
Guarda, Dinis. Lisboa: Número – Arte e cultura. 2008. 


II.V. Moment 2: Video art and/or art in video

In this context, a new generation of artists has produced a burst of signifi cant work in video. Characterised in the main by their repeated use of the medium of video in their work, the artists in this group often use video as an almost exclusive tool and have made video art their main habitat. Cláudia Cristóvão, Daniel Barroca, Filipa César, Francisco Queirós, Hugo Brito, João Maria Gusmão & Pedro Paiva, João Onofre, Maria Lusitano, Mónica deMiranda, Nuno Cera, Nuno Ribeiro, paula roush, Pedro Diniz Reis, Rui Calçada Bastos and Vasco Araújo are some of the most representative names in this tendency, developing careers simultaneously in Portugal and abroad. The questions raised by their pieces can be as broad as the re-reading of the image as a means of discourse, extension of the meaning of narrative (namely its spatiotemporal discontinuity) of the performative character of video.

Amongst this group, we can point to almost opposing aesthetic tendencies, such as the anachronistic facet of João Maria Gusmão and Pedro Paiva, in stark contrast to the radicalisation of paula roush.  This artist (born in Lisbon) has made a name for herself by taking the language of video art to new formal and relational experiments.
Living in London, she has pursued a highly individual line in which she questions the frontiers of image and raises them to new artistic and theoretical dynamics, at the outer boundaries of contemporary art.

 

 

II.V. Momento 2: A Videoarte e/ou a arte em vídeo

Neste contexto, eclode de uma nova geração de artistas um trabalho significativo de arte em vídeo. Reconhecidos maioritariamente pelo uso reincidente que fazem do meio videográfico na sua prática, os artistas deste grupo fazem do vídeo, muitas vezes, uma ferramenta de trabalho quase exclusiva e da videoarte o seu principal habitat. Cláudia Cristóvão, Daniel Barroca, Filipa César, Francisco Queirós, Hugo Brito, João Maria Gusmão & Pedro Paiva, João Onofre, Maria Lusitano, Mónica de Miranda, Nuno Cera, Nuno Ribeiro, paula roush, Pedro Diniz Reis, Rui Calçada Bastos ou Vasco Araújo são alguns dos nomes mais representativos deste privilegiamento, desenvolvendo simultaneamente um percurso em Portugal e no estrangeiro. As questões levantadas pelas suas peças poderão ser tão amplas como a releitura da imagem como meio discursivo, a ampliação do sentido da narrativa (nomeadamente a sua descontinuidade espacio-temporal), ou o carácter performativo do vídeo.

Destes, há casos de quase antagonismo estético: como a faceta anacrónica de João Maria Gusmão e Pedro Paiva em contraponto à radicalização de paula roush. 
Esta artista (nascida em Lisboa) destaca-se por conduzir a linguagem da videoarte a novas experiências formais e relacionais. Residente em Londres, tem vindo a desenvolver um peculiar trabalho que questiona as fronteiras da imagem e as eleva para novas dinâmicas artísticas e teóricas, profundamente contemporâneas.

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